Ginkgo Biloba

Ginkgo Biloba

Ginkgo biloba é uma árvore de origem chinesa e pode ser considerada um “fóssil vivo”, devido à sua existência milenar. Os pesquisadores começaram a se interessar por ela após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando viram que a planta tinha sobrevivido às explosões atômicas e à radiação no Japão. Por esse fato, é símbolo de paz e longevidade no Ásia Oriental.

Suas árvores são caducas, ou seja, perdem todas as folhas no inverno. Atualmente, é uma planta que existe em todos os continentes, inclusive no Brasil, mas o lugar onde mais tem essa árvore é no Japão, China e Coreia. Suas árvores podem chegar a 40 metros de altura e elas podem viver até 4 mil anos.

A palavra chinesa “ginkgo” significa “damasco prateado”; e a palavra “” é referente ao formato bilobado de suas folhas (formato que se divide ao meio).

Os seus princípios ativos são extraídos diretamente das folhas. As propriedades de suas folhas têm sido usadas para combater os radicais livres, estimular a oxigenação cerebral, melhorar a circulação sanguínea, promover a longevidade e aumentar o fluxo de nutrientes às células. Além disso, o ginkgo biloba também é conhecido por reduzir tonturas, aliviar dores e melhorar a concentração e a memória.


Essa planta medicinal ancestral é muito rica em bioflavonoides e terpenoides, o que significa que ela tem forte ação anti-inflamatória e antioxidante. Devido à sua ação de estimulação cerebral, o ginkgo é conhecido como um elixir natural para a saúde mental.

 

Para que Serve o Ginkgo Biloba?

Os principais componentes do ginkgo biloba são os bioflavonoides e os terpenoides – ambos desempenham ação antioxidante e são benéficos na prevenção de todas as doenças onde ocorre a oxidação. Exemplo disso é que elas podem retardar o envelhecimento do cérebro.

Pesquisas apontam também a contribuição da planta para a dilatação dos vasos sanguíneos. Ela se destaca principalmente por melhorar a circulação sanguínea e a oferta de oxigênio para as células.

Os principais componentes do ginkgo biloba são os flavonoides e os terpenoides – ambos desempenham ação antioxidante e são benéficos na prevenção de todas as doenças onde ocorre a oxidação. Exemplo disso é que elas podem retardar o envelhecimento do cérebro.

Pesquisas apontam também a contribuição da planta para a dilatação dos vasos sanguíneos. Ela se destaca principalmente por melhorar a circulação sanguínea e a oferta de oxigênio para as células.

A maneira exata de como o ginkgo e seus nutrientes agem em escala celular ainda não foi decifrada, mas há muitos trabalhos e pesquisas que comprovam seus benefícios nesse sentido.

Tomar o comprimido de ginkgo biloba, comercializado em diversas farmácias e lojas naturais, causa diversas reações, dos pés aos ouvidos. Isso ocorre porque os vasos sanguíneos se dilatam e o sangue fica menos viscoso, correndo mais rápido e facilmente alcançando melhor os lugares mais distantes do coração.

Um dos exemplos é o labirinto, que passa a ser bem mais irrigado e oxigenado, e isso ajuda na eliminação de tonturas e possíveis zumbidos. As áreas do cérebro responsáveis pela memória e raciocínio ficam mais ativas também. O fluxo intenso também pode ajudar aos pacientes de terceira idade, que têm dores frequentes nos braços e nas pernas.

Estudos realizados com jovens e idosos, durante 6 semanas, apontaram considerável melhora no sistema cognitivo, além da habilidade da memória. O consumo dessa planta pode ser um excelente aliado no maior desempenho da memória.

 

Quais os Benefícios do Ginkgo Biloba?

Como pudemos perceber, os benefícios dessa planta ancestral são muitos. O ginkgo melhora a circulação sanguínea, bombeando mais oxigênio para vários locais do corpo, inclusive o cérebro.

Por isso, seu uso pode facilitar o raciocínio e aumentar a concentração. Além disso, por possuir ação antioxidante a anti-inflamatória, o uso contínuo também pode evitar o cansaço mental. Por esse mesmo motivo, o ginkgo evita danos nos neurônios, combatendo a perda de memória e ajudando a prevenir casos de Alzheimer, principalmente nos pacientes idosos. Muitos estudos apontam melhoras na capacidade mental e de socialização em pacientes que têm Alzheimer e fazem uso contínuo da planta, associado ao tratamento.

O fluxo maior de sangue para o cérebro ajuda em casos leves de labirintite e em casos de quadros de enxaquecas e tonturas.

O ginkgo biloba também ajuda a melhorar a capacidade do corpo para lidar com os níveis elevados de cortisol e adrenalina, hormônios responsáveis pelo estresse. Assim, pessoas com distúrbios de ansiedade podem ser ajudadas com o consumo da planta. Como ele age sobre o equilíbrio hormonal, o seu consumo pode ajudar também mulheres durante a TPM, já que pode reduzir o risco de desenvolver um episódio depressivo.

O ginko também pode aumentar a libido com esse equilíbrio hormonal e o aumento da circulação sanguínea pode colaborar com homens com disfunção erétil, por exemplo.

Com a melhora da circulação sanguínea e de sua ação antioxidante, o ginkgo pode evitar danos nos olhos, preservando a visão por mais tempo, principalmente em pessoas com glaucoma, lesões celulares na retina ou degeneração macular.

A dilatação dos vasos sanguíneos que o ginkgo causa melhora a circulação sanguínea e, assim, diminui a pressão sobre os vasos e o coração. Ele estimula a produção do óxido nítrico, que tem ação vasodilatadora. Portanto, a pressão arterial pode diminuir, principalmente em pessoas hipertensas. Além de reduzir a pressão arterial, essa planta também evita a formação de coágulos sanguíneos, facilitando o funcionamento saudável do coração.

Há estudos que sugerem que o ginkgo biloba diminui o risco da formação de trombose, porque ele age evitando a agregação intensa de plaquetas, diminuindo o risco de doenças que ocorrem por conta dela.

Resumindo, o consumo do ginkgo biloba é indicado em casos de:

- Problemas de função cognitiva;
- Perda de memória;
- Estágios iniciais do Alzheimer;
- Distúrbios de circulação;
- Labirintite;
- Dores de cabeça e enxaqueca;
- Problemas oculares na retina;
- Zumbidos;
- Regulação hormonal.

 

Como tomar o Ginkgo Biloba? Quais as Contraindicações e Efeitos Colaterais?

O ginkgo biloba pode ser encontrado de duas formas: em pó ou em cápsulas, sendo este último o mais comum. O modo de uso varia de acordo com o objetivo que se pretende com o seu consumo e com o laboratório que o produziu. É sempre importante procurar orientação médica antes de iniciar o consumo e se atentar às indicações do rótulo do produto.

A dosagem “padrão” do extrato de ginkgo para melhorar a concentração e o rendimento cerebral é de 120 a 240mg, de uma a quatro horas antes de uma prova que você fará, por exemplo. Para suplementação alimentar e benefícios à saúde, a dose recomendada é de 40 a 120mg, três vezes ao dia, junto com a refeição para facilitar a absorção.

As cápsulas do produto devem conter o extrato padronizado chamado “EGB761”, com teor mínimo de 24% bioflavonoides glicosilados 6% de terpenoides.

O ginkgo em pó pode ser encontrado em farmácias de manipulação. O produto é contraindicado para: crianças menores de 12 anos, grávidas, mulheres amamentando, pessoas que fazem uso de medicamentos anticoagulantes, anti-inflamatórios e antiagregantes plaquetários, com o risco de aumentar hemorragias. Também não é recomendado para pacientes hemofílicos e para pessoas que vão fazer cirurgias em breve.

Os efeitos colaterais só ocorrem se o ginkgo biloba for mal administrado e dosado erroneamente. Pode ocorrer: dores de cabeça, reações alérgicas na pele, palpitações, enjoos, sangramentos, queda de pressão arterial, gastrite, danos hepáticos, distúrbios gastrointestinais, tontura, diarreias.

Lembrando que isso só acontece no caso de doses excessivas; seu uso é extremamente benéfico, mas deve ser feito com cautela. Por isso, é muito importante que você só inicie a ingestão do ginkgo biloba sob orientação de um médico ou nutricionista.