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Melatonina - Saiba tudo Sobre!

Quem nunca ficou sem sono ao pensar demais num problema para resolver no dia seguinte ou por ter dificuldade de sair do ritmo acelerado do cotidiano? A cada ano, mais pessoas são afetadas pela insônia e relatam demorar a pegar no sono, ao mesmo tempo que algumas sequer conseguem dormir o mínimo recomendado por dia.

De acordo com a Sociedade Brasileira do Sono, o ano de 2020 será marcado pelo recorde de queixas sobre distúrbios do sono e principalmente pelas inseguranças advindas nesse momento de pandemia da COVID-19.

Durante a quarentena, muitas pessoas não têm conseguido manter uma rotina controlada, o que afeta o horário de sono. Se os problemas para dormir e manter um descanso de qualidade sempre foram ou se tornaram recorrentes na sua vida, pode significar que você está com baixos níveis de melatonina.

A deficiência de melatonina é ligada pelos profissionais de saúde também à obesidade, a alguns tipos de câncer e a hipertensão. Estudos apontam que a melatonina pode atuar em diferentes vieses: tratamento de enxaqueca; prevenção a alguns tipos de câncer; amenização de cólicas em bebês e seu uso pode até mesmo melhorar calvície e a queda de cabelo!

Saiba o que é esse hormônio tão importante, como a falta dele pode afetar sua qualidade de vida e como você pode repor.

 

Afinal, o que é a melatonina?

A melatonina, também chamada de hormônio do sono ou da noite, é o nome dado a um hormônio produzido naturalmente pelo organismo, que tem como principal função regular o ciclo biológico diário ou ciclo ritmo circadiano dos seres vivos.

Esse ciclo está ligado a diferentes atividades do organismo de um ser vivo em um período de 24 horas, tais como o metabolismo, a temperatura corporal e o sono.

O hormônio foi descoberto apenas no fim da década de 1950 pelo dermatologista chamado Aaron Lerner. Lerner acreditava que esse hormônio poderia ser a cura para o vitiligo, uma condição que causa falta de melanina em diferentes áreas do corpo, por isso foi chamado de melatonina.

A produção de melatonina é influenciada por diferentes fatores, sendo o principal a luminosidade. À noite, quando está escuro, a síntese desse hormônio acontece eficientemente e a simples exposição à claridade pode alterar totalmente o ritmo dessa produção.

Outros fatores que influenciam na produção natural de melatonina são idade, a ingestão de alguns medicamentos e até a cegueira.

 

Para que serve a melatonina?

Os benefícios da melatonina frequentemente são ligados à promoção e melhoria da qualidade do sono. Esse hormônio é produzido pela glândula pineal, que se localiza próximo ao centro do cérebro.

Além do efeito sobre o sono, o referido hormônio promove melhorias significativas no organismo.

 

Algumas outras funcionalidades do Hormônio do Sono

A melatonina possui inúmeras funcionalidades, sendo que algumas nem sequer foram descobertas e outras encontram-se em fase de estudo. Contudo, já se pode associar essa substância à prevenção e ao tratamento de diferentes enfermidades.

 

Antienvelhecimento

O uso diário de melatonina a partir dos 30 anos pode prevenir algumas doenças associadas ao envelhecimento, assim como alguns processos inflamatórios. Um estudo que aplicou diferentes doses de melatonina em ratos constatou que os animais que receberam a substância viveram cerca de 25% mais tempo que os que não haviam recebido as dosagens.

Existe a melatonina tópica, que é usada para tratar problemas recorrentes de pele, como o melasma e tem apresentado resultados significativos e melhorias bem visíveis na pele.

 

Tratamento de enxaquecas

A melatonina pode ser usada em pacientes que não respondem facilmente a tratamentos comuns de enxaqueca. Alguns estudos confirmam que boa parte das enxaquecas recorrentes em pessoas resulta de noites mal dormidas, o que diminui a produtividade e causa perda de percepção.

Além disso, o hormônio atua sobre as enxaquecas diretamente. Pesquisas indicam que as pessoas que relatam problemas de enxaqueca crônica possuem níveis muito baixos de melatonina, comprovando e eficácia da presença da melatonina no corpo humano.

 

Calvície e queda de cabelo

Um dos mais recentes benefícios descobertos do hormônio é a sua ação no combate a calvície e queda de cabelo. A queda de cabelo pode ser atribuída a diferentes causas, dentre elas o estresse e o envelhecimento. Tanto a produção de células que formam os cabelos quanto a firmeza diminui com o avançar da idade e isso pode ser recuperado com diferentes métodos.

A melatonina auxilia na reprodução de células presentes nos pelos e cabelos, estimulando o crescimento dos fios. O hormônio do sono pode agir também sobre casos de alopecia androgenética, cotidianamente chamada de calvície. Até mesmo quando a origem dessa condição é genética, a substância tem o poder de atuar diretamente e melhorar a situação.

 

Prevenção de câncer

Alguns pesquisadores associam o uso de melatonina com a prevenção de alguns tipos de cânceres, como o de mama. Além disso, a substância pode atuar sobre tumores já presentes no organismo, ainda retardar a reprodução das suas células cancerígenas e evitar que se espalhem.

O hormônio também é relacionado à qualidade de respostas sobre tratamentos de quimioterapia. Pessoas que têm baixos níveis de melatonina costumam responder tardiamente ou em pouca intensidade ao tratamento citado acima.

Focando nos casos de câncer de mama, é comum mulheres acometidas por esse problema apresentarem níveis muito baixos de melatonina, enquanto algumas, mesmo tendo predisposição genética apresentam em sua totalidade níveis adequados de melatonina e sequer chegam a desenvolver o tumor. Claro que isso depende de outros fatores, mas os resultados sugerem que o hormônio faz muita diferença nesses casos.

 

Diabetes tipo 2

Esse hormônio também influencia diretamente na produção de insulina, por isso sua falta está ligada a problemas como a diabetes. Como falado, diferentes órgãos do corpo humano possuem receptores de melatonina, a qual é secretada para tais órgãos depois que produzida.

O pâncreas é uma glândula que possui receptor de melatonina, e por meio dela o hormônio atua sobre a produção e a ação da insulina nas células. Acredita-se que a melatonina possa vir a ser, a partir de estudos, usada no tratamento de diabetes e até mesmo da obesidade.

 

Sobrepeso e obesidade

A melatonina auxilia a quebrar moléculas de gordura branca, aquela que é acumulada no corpo em virtude da falta de movimento. O hormônio também ajuda a diminuir o apetite, trazendo com menos demora a sensação de saciedade.

Além disso, quando uma pessoa tem o sono (em durabilidade e quantidade) regulado, sua qualidade de vida melhora significativamente. Um dos resultados disso é a melhora do sistema imunológico, fortalecendo o usuário frente a diferentes enfermidades.

Ainda não é comprovado de que forma o nível adequado de melatonina tem uma influência tão grande na prevenção de enfermidades, mas de fato a qualidade de vida diminui substancialmente frente à deficiência desse hormônio.

Sabe-se que boa quantidade dos órgãos possui receptores para a melatonina, daí a probabilidade dela agir no corpo humano de diferentes formas.


 

Melatonina: Como tomar?

A Melatonina é um Hormônio que naturalmente é sintetizado pelo corpo humano, sendo incentivado pelo consumo da substância triptofano que é encontrada nos alimentos ricos neste composto.

Mas em situações de possíveis deficiências e para tratamentos específicos podem ser consumida também na forma de suplementação.

 

Alimentos fonte de melatonina

Alguns alimentos têm potencial de promover sono por funcionarem como fontes de determinadas substâncias necessária para a síntese do hormônio do sono. Entre eles, estão algumas frutas cítricas como abacaxi e Kiwi. Laticínios e o próprio leite materno também não ricos em melatonina.

Curiosamente, existem pesquisas que indicam que o leite ordenhado no período noturno contém mais melatonina que o ordenhado durante o dia. Muitas pessoas têm o costume de tomar um copo de leite morno quando estão com insônia mas não conseguem explicar o porquê disso funcionar.

Dentre os alimentos ricos em melatonina, a cereja se destaca quanto à concentração, além do leite já citado. A banana e a aveia também podem ajudar a promover o sono, pois são ricas em triptofano, que como mencionado, atua na produção de melatonina.

 

Suplementação de melatonina

Antes de tudo, é necessário procurar o profissional indicado para avaliar se o caso em questão, demanda o uso do hormônio sintético, que normalmente é vendido em cápsulas.

O hormônio sintético é indicado para alguns casos como forma de compensar o que em condições normais seria produzido pelo organismo ou consumido pela alimentação.

Há necessidade de verificar se o caso é adequado ao uso do hormônio sintético, pois em algumas situações ele pode desregular mais ainda o sono.

Em casos leves e temporários de insônia e dificuldade para dormir, pode-se optar por outras resoluções que não perpassam pelo uso de medicamentos ou suplementos. Geralmente a melatonina é aconselhada nos seguintes casos:

- Pessoas que trabalham a noite toda, como seguranças;
- Idosos, que têm a produção natural de melatonina comprometida;
- Pessoas que viajaram por locais com diferentes fusos horários e precisam readequar o horário de sono;
- Pessoas com determinados graus de cegueira;
- Pessoas que sofrem de insônia com muita frequência.

No exterior, pode-se encontrar melatonina em doses de até 10 mg. No caso de problemas com insônia, o aconselhado é tomar até 3 mg por dia, cerca de uma hora antes de deitar.

No caso de reajuste do fuso horário, recomenda-se tomar 3 mg pelo menos nas quatro primeiras noites seguidas.

É importante garantir que há um ambiente que ajude a proporcionar o sono, mesmo após ingerir a substância. Ambientes com pouca ou nenhuma luz, com temperatura regulada e silenciosos são necessários para uma boa noite de sono.

É aconselhado também, mesmo com o uso do suplemento, realizar sempre a mesma rotina antes de dormir. Evitar sempre tomar o hormônio antes de se expor ao sol ou qualquer luz forte artificial.


 

Composição

A melatonina sintética ou N-acetil-5-metoxitriptamina tem o mesmo efeito e é basicamente idêntica a natural. Apresenta uma cápsula com gelatina e água. O medicamento não apresenta outras substâncias significativas.

 

Melatonina: efeitos colaterais

A melatonina costuma ter poucos ou nenhum efeito colateral. Em alguns casos tem-se como efeitos: dores de cabeça, sensação de sonolência durante o dia, sono com muitas pausas, recorrentes de pesadelos, náuseas e outros.

É preciso evitar o consumo excessivo desse hormônio, pois nesse caso pode acarretar efeitos colaterais menos leves como inchaço no corpo, depressão, aumento da pressão arterial e perda da consciência.

Os efeitos colaterais podem ser mais intensos em crianças, por isso, passar a utilizar o medicamento em último caso, e sempre com recomendação médica.

 

Onde Comprar Melatonina

Seu acesso é mais fácil em alguns países como os Estados Unidos, onde se encontra cápsulas de melatonina em praticamente toda farmácia a partir de U$10,00. Porém seu acesso é mais rigoroso em países da Europa e no Brasil, onde quase nenhuma farmacêutica é licenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

No Brasil, a melatonina pode ser conseguida com receita emitida pelo médico e muitas vezes é exportada do exterior. Ela também pode ser adquirida a preço baixo e de forma online no site Nature Center.

É sempre importante salientar que a busca e o uso de qualquer medicamento devem acontecer com intermédio de um profissional habilitado.


 

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