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Mulungu - Saiba tudo Sobre!

Mulungu é utilizada pela medicina popular e filantrópica em tratamentos de combate a insônia e estresse, dentre outros.

Aqui, explicaremos o que é, como identificar, onde encontrar, seus usos e restrições, como consumir e onde comprar.

 

Mulungu: O que é?

Mulungu é uma árvore comum em solo brasileiro, com flores bastante chamativas por sua tonalidade vermelho-alaranjada, e popularmente conhecida por suas propriedades tranquilizantes.

Seu nome científico Erythrina mulungu descende do grego e do tupi. Erythrina descende do grego erythros que significa “vermelho” e seu nome vem do tupi murugu, musungú ou muzungú.

Acredita-se que tenha esse nome devido a semelhança com o som que ecoa ao se bater no tronco da árvore.

 

Classificação do Mulungu

Como todo ser vivo essa árvore possui uma classificação taxonômica. No caso dessa espécie ela mostraremos como ela a divisão dela dentro do grupo de plantas, ordem, família, gênero e variações, confira:

- Divisão: Angiospermae
- Ordem: Fabales
- Família: Fabaceae
- Subfamília: Faboideae
- Gênero: Erythrina
- Subgênero: Erytheraster

No Brasil existem 6 variações da espécie, destas, quatro tem uso medicinal. Sendo estas:

- E. velutina Vell.: cascas, frutos e folhas;
- E. mulungu Mart.: flores;
- E. speciosa Andrews: folhas e caules;
- E. falcata Benth.: folhas e entrecasca.

Essa árvore é conhecida por diferentes nomenclaturas populares, como Corticeira, Canivete, Capa-homem, Mulungu-ceral, Sananduva, Amansa-senhor, Bico-de-papagaio, Bico-de-arara, Árvore-de-coral, Capitão-do-mato ou Eritrina, variando de região pra região.

 

Estruturas da planta e seus usos

Essa planta medicinal já era utilizado, com fins medicinais e místicos, por indígenas. Atraindo a atenção de pesquisadores e tornando-se objeto de estudo em 1877.

No entanto, apenas em 1937, Folkers e Major investigaram a fundo as características fitoquímicas e farmacológicas da sua casca.

A casca do tronco, as inflorescências e suas folhas, são utilizadas para produção de chás, tendo ação relaxante.

Na cultura tradicional, o chá da casca e folhas é usado para combate a doenças relacionados ao emocional.

Na fitoterapia, medicina que trata doenças com medicamentos naturais, cápsulas e solução a base do extrato ou tintura do dessa árvore são usados para a mesma finalidade e mais algumas que serão explicadas mais adiante.

 

Características morfológicas

Entre os meses de julho e setembro, as folhas dão lugar as inconfundíveis flores do Mulungu. Estas têm forma semelhante a de um candelabro, com folhas largas, pontas finas e tonalidade laranja-avermelhada.

Adapta-se facilmente em solos úmidos com grande exposição ao sol, tendo ocorrência comum próximo a rios e represas.

 

Tronco

O tronco é reto ou levemente tortuoso, com ramificação dicotômica, copa ampla, arredondada e aberta. O tronco é espinhoso, sua superfície é de liso a rugoso e a madeira é leve, macia e pouco resistente. A altura da árvore geralmente varia entre 10 e 17 m de comprimento.

 

Cascas

As cascas são fendidas e com protuberâncias irregulares, com cor variando entre o acinzentado e o avermelhado. Já o pó da casca, também utilizado na produção de chá, tem cor castanho pálido.

 

Frutos

Os frutos são leguminosos, se apresentando na forma de vagem. Tendo de 5 a 8 cm de comprimento e de uma a três sementes, as quais são altamente tóxicas. As sementes são vermelhas, alongadas e carnosas.

Existem estudos em andamento voltados para as propriedades do caule, raízes, folhas e galhos. Quanto as suas sementes são consideradas altamente tóxicas e por isso não podem ser consumidas.

 

Mulungu: Onde encontrar?

O Mulungu pode ser encontrado facilmente em países sul americanos. Sendo nativa do sudeste do Brasil, ocorre também nas regiões norte, nordeste e centro-oeste.

 

Por que preservar?

Embora a espécie não seja ameaçada de extinção, é de fundamental importância que seu uso se dê de forma consciente. Assegurando que esta ainda exista e possa ser utilizada pelas futuras gerações.

Esta planta é bastante resistente a seca, tem crescimento rápido, grande capacidade de fixar nitrogênio e tolerância a insolação intensa e solos salinizados, sendo uma ótima opção para recuperação de áreas degradadas.

Suas flores são atrativos para aves, abelhas, beija-flores e demais animais polinizadores. Além disso, ela é uma espécie endêmica do sul americano. O que significa que a espécie só pode ser encontradas nesta região.

Com exceção das sementes, toda a árvore, das raízes a copa são aproveitadas, seja para fins medicinais ou fabricação de brinquedos e pequenos objetos.

Você pode encontrar o mulungu in natura na forma de chá em lojas de produtos naturais físicas e online, como a Nature Center.

 

Mulungu: Para que serve?

O Mulungu é um calmante, antitérmico, analgésico, hipotensivo, anti-inflamatório e anticonvulsivante. Com tantas propriedades é um excelente aliado no tratamento de pessoas com distúrbios psicológicos. Essa função se deve a ele estimular liberação dos hormônios responsáveis pela sensação de relaxamento e bem-estar.

Além do uso medicinal, essa árvore é comumente utilizada pela indústria madeireira, e devido a suas belíssimas flores é agregado na ornamentação de ruas e avenidas.

 

Mulungu: Como tomar?

O pó da casca do dessa planta medicinal é utilizada para preparação de chás. Sendo prático e rápido, pode ser feito em casa. Há também as opções em cápsulas ou solução oral.

No entanto, nesses casos é necessário se atentar a composição, pois pode haver a combinação com outros elementos. Além de ser fundamental a prescrição médica é necessário ler as instruções da bula.

O chá não deve ser consumido por mais de três dias consecutivos, pois pode levar a pessoa a uma condição de relaxamento extremo, afetando a realização de atividades cotidianas. Ou até mesmo a paralisia muscular momentânea.

Por isso, pessoas cardíacas e problemas musculares devem evitar tomar chá ou outra formas de ingestão dessa planta.

Os ditos curandeiros, pessoas de vasto conhecimento popular e dotados de dons místicos, indicam o banho de mulungu, por ser efeitos de relaxamento e de combate dores.

Para fazer o banho, faça o chá, colocando três colheres de sopa do pó da casca dessa espécie de Erythrina em um litro de água. Após coe e acrescente água para o banho, deixando morno. Tanto pronto é só tomar banho, recomenda-se que seja antes de dormi.

 

Como fazer o chá da casca do Mulungu?

Colocar de 4 a 6 gramas do pó da casca seca dessa planta com uma xícara de água fervida e deixar por cerca de 15 min. Após, coar e consumir morno de 2 a 3 vezes por dia. Recomenda-se que seja consumido antes de dormi e ao acordar.

É importante lembrar, que os efeitos colaterais ocasionados a longo prazo pelo excesso de consumo do chá ainda são pouco conhecidos, por isso deve-se evitar tomar grandes quantidades em pequenos intervalos de tempo. E sempre buscar orientação de um profissional habilitado.

 

Como preparar e conservar a casca do mulungu?

É necessário alguns cuidados com as cascas do mulungu para que estas não percam suas propriedades.

Após retirada, é necessário deixá-las expostas ao sol, em local bem iluminado e pouco úmido. Depois de secas guardar em recipiente de vidro ou louça bem vedados e manter longe da luz solar, calor e umidade. Antes de consumir ou comercializar, transformar em pó.

Vale ressaltar que a forma de retirada e a época podem afetar as propriedades existentes na planta. Dessa forma o ideal é comprar de uma loja ou pessoa física que tenha certificado de qualidade de seus produtos.

 

Mulungu: composição

Nas folhas e inflorescências do mulungu, tem-se açúcares redutores, proteínas, aminoácidos, taninos e fenóis, alcalóides, depsídeos e depsidonas, flavonóides, esteróides e triterpenóides e derivados de cumarina.

Na casca e no caule tem-se xantonas, flavononas e leucoantocianidinas. A existência dos elementos podem variar entre as espécies.

De forma geral, as espécies são constituídas por proteinases, ericristanol, eriariestireno, arginina, ácido aspártico, ácido gama-amino butírico, eridotrina, eritraminas, cristacarpina, cristadina, vitexina, cristamidina, eristagalina A-C, erisonina, dmietilmedicarpina, eribidina, ericristagalina, alanina, ericristina, erisodienona, erisodina, erisopina, ácido glutâmico, erisotrina, erisovina, eritrabissina ii, eritralinas, eritratina, lectinas hipaporinas, n-nor- orientalina, faseolidinas, ácido ursólico, ácido oleanóico e ácido oléico.

No entanto, esses constituintes variam de espécie para espécie, de acordo com clima, época, dentre outros fatores.

Por isso, ressalta-se a importância de consumir apenas produtos certificados, tendo em vista que estes asseguram a existência dos ditos elementos e a não adição de outros constituintes adicionais.

 

Mulungu: Efeitos colaterais

As sementes do mulungu são altamente tóxicas e seu consumo pode causar danos ao organismo, em casos mais graves pode resultar em óbito, por tanto, não deve ser consumido.

Quanto as cascas, os efeitos colaterais ocasionados pelo consumo destas ocorrem apenas em caso de uso excessivo, podendo causar sonolência, e em casos mais graves, sedação e paralisias musculares, que podem ser momentâneas ou não.

É contra indicado a crianças com menos de cinco anos de idade, lactantes, grávidas e pessoas que fazem tratamento anti-hipertensivo e/ou antidepressivo, salvo os casos em que é indicado por um profissional habilitado.

 

Mulungu: Benefícios e vantagens

O chá do mulungu atua diretamente no sistema nervoso, dando sensação de relaxamento. Ele combate também a insônia, ansiedade, crises de pânico, agitação, estresse e até mesmo depressão.

Além disso, age como desintoxicante e antioxidante. Tendo inúmeros benefícios. Embora ainda não se tenha muitos estudos, acredita-se que ele também contribui no combate a tosse, é um anti-inflamatório, previne a retenção de líquido e contribui com a saúde do fígado, pois possui ação hepatoprotetora.

É também usado no tratamento de esclerose, cistite, gengivite, dores reumáticas e coqueluche. Por possuir ação expectorante e anti asmática é utilizado no combate de sinusite, bronquite e asma.

Não obstante, o extrato dessa planta tem uma substância chamada erosina, a qual é um alcalóide. Esta substância é capaz de bloquear os receptores de nicotina no cérebro. Dessa forma, o chá auxilia também no combate ao tabagismo.

 

Enxaqueca

Tendo ação antiespasmódica, allivia ou até mesmo cessa dores latejantes, tais como enxaqueca e cólicas menstruais, aliviando inchaços.

 

Epilepsia

Aliado a outros medicamentos, os extratos da flor desta árvore podem reduzir crises epilépticas. Mas deve ser sempre usado apenas com indicação médica.

 

Convulsões

Essa planta medicinal atua como inibidor de convulsões.

 

Pressão alta

O chá contribui com a regularização dos batimentos cardíacos, o que resulta em uma consequente diminuição da pressão arterial.

 

Diurético

Com propriedades diuréticas, o extrato dessa árvore da contribui para a eliminação do excesso de líquido do organismo. Além de reduzir quadros de infecção urinária e cistite.

 

Mulungu: Onde comprar?

A casca do mulungu pode ser encontrada na natureza, em feiras livres e lojas de produtos naturais. Os filantrópicos (medicamentos naturais) a base dessa planta medicinal podem ser adquiridos em lojas de produtos naturais físicas ou via internet.

 

Garantia de qualidade

O Mulungu é utilizado a décadas, os usos de suas propriedades são fruto do conhecimento tradicional e atualmente se encontra incluído na Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao Sistema Único de Saúde - ReniSus. O que significa que a planta é utilizada na fabricação de medicamentos e/ou tratamentos de determinadas doenças.

A inserção de plantas nessa relação, assegura ao consumidor e/ou paciente a utilização de um produto com garantia.

Ou seja, os produtos vendidos a base de Mulungu, ou qualquer outra planta medicinal presentes na lista, apresentam uma concentração uniforme de seus componentes.

Quando o produto é tirado diretamente da natureza ou adquirido em feiras, em sua forma natural, ele pode apresentar um efeito placebo. Pois, a depender da época, local, meio de coleta e armazenamento alguns dos princípios ativos fundamentais podem ser perdidos.


 

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